César Augusto Castro
Resumo
Analisa-se a biblioteca como lugar de memória e espaço de produção e circulação de conhecimento, a partir do texto O Nome da Rosa , de Umberto Eco, tomado como referência. Evidenciam-se as diferentes formas de criação e destruição desse espaço de memória em diferentes sociedades, bem como as diferentes estratégias de salvaguarda de seus acervos. Defende-se a biblioteca como espaço de guarda e conservação das materialidades documentais produzidas no passado, como fontes de informação para uma compreensão aprofundada do presente e o bibliotecário, por sua vez, como guardião do conhecimento. Enfocam-se as tecnologias como recursos auxiliares na recuperação de informações produzidas no passado, sem, contudo, fetichizá-las. Conclui-se que, entre as instituições envolvidas com a preservação da memória, a biblioteca tem papel preponderante na preservação e disseminação do passado – e, portanto, da identidade – de um povo.
Disponível em:
http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=345&article=98&mode=pdf
Acesso em: 27 jun 2009.